Bom dia, você me faz feliz.
31 jan 2012 Deixe um comentário
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Assim como quem sai pela manhã, encontra o sol iluminando o dia e sente-se cheio de energia, é como me sinto ao acordar até no dia mais nublado, sabendo que te tenho ao meu lado.
Como é bom acordar no meio da noite, abrir o olho ainda que com dificuldade e ver o motivo de tudo isso ali, diante de mim. É olhar e poder pensar que tudo bem passar um pouco de frio por cobertas roubadas, porque é ela quem me esquenta nos dias frios. É poder adormecer novamente com tranquilidade, acordar, olhar para seus olhinhos pequenininhos ainda de sono e saber que É tudo um sonho. Não daqueles que você tem enquanto dorme, mas aqueles que você tem acordado e espera que algo parecido aconteça com você.
Posso fechar os olhos e seu rosto me vem perfeitamente à mente. O formato da sua boca. Suas mãos. Sua pele macia. Seu jeito de me olhar. Seu cabelo. Tudo me vem claramente como se nunca os olhos tivesse fechado.
Mas aí os abro e vejo um sorriso tímido que me faz pensar: Sou feliz. Quero a fazer feliz.
Miss sunshine.
06 jan 2012 Deixe um comentário
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Tudo que eu faço é pensar a todo o momento nela. E pensando nela é o que eu faço o tempo todo.
Nunca foi assim e repentinamente se tornou. Meu mundo gira em torno da menina. A cada passo é uma lembrança de suas expressões, após cada movimento é pensado em como seria se estivesse com ela, a cada respiração há a falta da respiração dela em conjunto e assim completando o momento. É isso, quando tudo parece estar completo apenas quando ela está próxima. E mesmo não estando, incrivelmente ela está.
A necessidade de não falhar, não decepcionar, é uma cobrança interna involuntária e quando acontece, ser punida duas vezes é uma perda de um breve momento que poderia ser lembrado como tantos outros e se despedaça. É uma oportunidade de se superar e dar-lhe outra chance. Outra chance de estar perto da menina e dela poder sorrir.
É na menina que ela pensa e é pela menina que ela quer ser escolhida. Escolhida pela manhã, pela tarde e pela noite. Um ciclo de re-paixões que surgem ao longo da vida, apaixonar-se pela mesma pessoa frequentemente é algo singular e que deveria ser experimentado pelo mundo.
É o ar que fica leve, a vida que se torna fácil de levar e a força que é reabastecida quando o outro precisa de ti. Uma sequência de clichês que lhe cercam e bloqueiam-te de se expressar.
Só lhe resta torcer para que a menina perceba uma fração do que é sentida e possa perceber o quanto é amada. Desejada. Respeitada.
A menina seria pra sempre uma menina e, dela, eu cuidaria.
Ponto de vista.
27 abr 2011 1 Comentário
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Será então que só sabe conviver com a paixão? Quando ela se mescla com o amor e os sentimentos vão se modificando, assentando e ficando mais calmos… isso lhe faz perder o interesse? Só gosta de viver no turbilhão de desejos e novidades. Ou será que é tudo uma tentativa de sentir algo por concreto e forja-se o começo? A procura daquilo que não achou ou perdeu em algum momento, não lhe ajudará a encontrar, quando apenas apreciado e visto superficialmente. Posso estar enganada (como é o mais provável, já que quando coisas acontecem e desacontecem em um piscar de olhos, fico a procura de motivos e mudanças; ah, perda de tempo) mas vejo coisas sendo desperdiçadas e migalhas soltas ao chão, quando o chão poderia estar coberto de calor, amor e não de rancor.
Dizem que os amores sempre vêm e vão. Ainda tenho dúvidas sobre o ‘vão’. Depois da despedida sobra-se sempre aquelas lembranças boas e que, no futuro, lhe fazem querer aquilo de volta. Faz querer de volta, no momento em que deveria estar focado no presente. Mas não, não consegue deixar o passado. Segura-o pela mão como uma criança a andar e sem racionar, cria-o, quer vê-lo melhorar e crescer.Quando o que tinha fazer era cultivar enquanto era quente, era vivo, era presente.
Usando os relacionamentos passados e presentes como treino para os futuros. Sem perceber que faz a promessa de que é pra sempre. Engana, mente, trai… ao outro e a si mesmo. E o pior: nunca se dá conta.
Há quem diga que eu não deveria me envolver. Eu digo para mim a mesma coisa. Mas não dá. A simplicidade e a complexidade de não conseguir lutar contra isso. Pensar num por quê é mais pesado e difícil do que o pensar de possibilidades das coisas não concretas.
Reflection’s moments.
01 mar 2011 Deixe um comentário
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Uma ânsia de viver profundamente o que tiver que viver. Um medo que sempre acompanha, de se perder em qualquer caminho tomado. Tudo acontecendo, sendo sentido, ao mesmo tempo. Meus discursos parecem não sofrer nenhuma mudança… sempre com medo de me perder dentre esses montes de alternativas e escolhas tomadas. Há os momentos de tranquilidade em que tudo parece ser como deveria ser, porém logo vem os momentos de reflexão que diz: calma aí, vamos revisar tudo. O problema é que por mais que eu tente fazer essa análise do que está fazendo bem pra mim ou não, eu não consigo distinguir coisas cruciais. Às vezes essas paradas são meio que obrigatórias e a poeira é levantada quando tudo parece estar ‘calmo’. É algo a mais que já é modificado sem muito esforço seu, propriamente dito. Só que, naturalmente, como todas as atitudes e acontecimentos ao seu redor não param de acontecer e você pode ser surpreendido. Aquela calma em que você achava estar, poderia não ser exatamente o lugar/momento mais apropriado para você se sentir seguro.
Ou talvez era, não sei.
Por causa de você, menina.
11 fev 2011 Deixe um comentário
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I’ve been happy and smiling in every single moment that you showed that you remember me.
I worked hard to trust at someone again. Cuz you gave me that feeling. That feeling of that I had met someone that would worth to go through my problems and fight for.
Because of you, girl
I sleep and wake up wishing I’ll see you soon. Wishing that some moments that we spent together happen again.
I stopped to act like a bitch and now all I want is you.
Because of you, I want try make it work.
Por causa de você bate em meu peito
Baixinho, quase calado
Coração apaixonado por você
Fly with me.
25 dez 2010 1 Comentário
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Entender o por quê das coisas sempre esteve no topo de nossas ânsias, mas não passará disso. Está fora do nosso alcance ver além daquilo que queremos enxergar. Sempre vamos procurar os motivos e as situações, deixando em segundo plano o mais importante: viver aquilo que há de ser o motivo.
Já parei muito tempo para pensar em como e por que certas coisas aconteceram comigo e isso me distanciou da realidade. Os minutos passavam enquanto eu vivia as possibilidades.
Então decidi me jogar no puro ‘viver’. Me entreguei nas possibilidades reais e sem expectativas. Sem responsabilidades. Sem pensar em alternativas e erros que pudessem ser feitos. Sem pensar.
Sem pensar encontrei alguém quando eu não procurava. Encontrei alguém que me via de um jeito que ninguém, nem mesmo eu, conseguia ver naquele momento. Alguém que não foge quando eu quero fugir.
A cada dia, a cada motivo que eu dou para mim mesmo, de não querer me arriscar e me machucar novamente… se dissolvem no meio de palavras que confortam. Se dissolvem no meu desejo de estar perto, de retribuir o cuidado, o carinho. Se dissolve na vontade de conhecer por inteiro alguém que encanta.
Na impossibilidade de não pensar nesse alguém, eu mostro meus erros. Mostro meus medos. Me mostro.
Não conseguirei parar de pensar. Na pessoa. No que vai ser de nós. No que vai ser de mim. No futuro. No presente.
Voltei a ser eu. A viver o que há para ser vivido e aquilo que poderia ser. Só que dessa vez com alguém para compartilhar.